domingo, 15 de dezembro de 2013

Leituras recomendadas

O ano de 2013 está acabando e gostaria de compartilhar minhas leituras, na esperança que proporcionem a mesma satisfação e edificação que me proporcionaram. Caso desejem, me indiquem os livros que leram no presente ano, pois sempre há algo interessante para conhecer.

A mortificação do pecado (John Owen, Vida); Teologia da Educação Cristã (Antônio Vieira de Carvalho, Hagnos); Agostinho de A a Z (Franklin Ferreira, Vida); Imortalidade (Russel Shedd, Vida Nova); Como lidar com a dúvida (Alister McGrath, Ultimato); O que as palavras da cruz significam para nós (Warren Wiersbe, CPAD); A cruz e o ministério cristão (D. A. Carson, Fiel); Igreja emergente (D. A. Carson, Vida Nova); Teísmo aberto (Bruce Ware, Vida Nova); A arte expositiva de João Calvino (Steven Lawson, Fiel); A fé em tempos incertos (Charles Colson, Vida); E se Jesus não tivesse nascido? (James Kennedy, Vida); O ateísmo cristão (Augustus Nicodemus, Mundo Cristão); Quebrando o Código Da Vinci (Darrel Bock, Novo Século); Cristianismo e política (Robinson Cavalcanti, Ultimato); A Igreja, o País e o Mundo (Robinson Cavalcanti, Ultimato); Cinco votos para obter poder espiritual (A. W. Tozer, Editora dos Clássicos); Como provar os espíritos (A. W. Tozer, Editora dos Clássicos); O pastor como mestre, O mestre como pastor (John Piper e D. A. Carson, Fiel); Sócrates e Jesus, o debate (Peter Kreeft, Vida); Pentecostal de coração e mente (Rick Nanez, Vida); O fim do mundo (A. J. Conyers, Mundo Cristão); O fator Melquisedeque (Don Richardson, Vida Nova); Fé e descrença (Ruth Tucker, Mundo Cristão); Crítica textual do Novo Testamento (Wilson Paroshi, Vida Nova); Antropologia do Antigo Testamento (Hans Wolff, Hagnos); Unidade e diversidade no Novo Testamento (Darrell Bock, Vida); A Bíblia que Jesus lia (Phillip Yancey, Mundo Cristão); Jornada no império (William Forsyth, Fiel); Geografia bíblica (Claudionor de Andrade, CPAD); Nos bastidores de Nárnia (Devin Brown, Hagnos); Pedagogia cristã na obra de C. S. Lewis (Gabrielle Greggersen, Vida); Os pioneiros presbiterianos do Brasil (Alderi Matos, Cultura Cristã); 777 curiosidades sobre a Bíblia (J. Stephen Lang, Vida); Contra a corrente (John Driver, United Press); Libertação e sexualidade (Robinson Cavalcanti, Eclésia); Economia no mundo bíblico (Vários autores, Sinodal); Brincando de Deus (Tony Waltkins, United Press); Ensaios sobre a história da Igreja (Justo Gonzalez, Hagnos); Deus joga dados? (John Houghton, Hagnos); Correntes cruzadas (Colin Russell, Hagnos); Bebês devem ser batizados? (T. E. Watson, Fiel); Ansiedades de um padre (H. J. Hegger, Fiel); O Israel de Deus (O. Palmer Robertson, Vida); À sombra do Templo (Oskar Skarsaunne, Vida); Atitudes para ser feliz (Robert Schuller, United Press); Igreja: lugar de soluções (Israel Alves Ferreira, CPAD); Os brados da cruz (Erwin Lutzer, Vida); Andando nos passos de Jesus (Fiel); Teologia da Educação cristã (Lawrence Richards, Teologia da Educação Cristã); Destino final (Daniel Brown, Mundo Cristão); A Bíblia e o Senhor dos Anéis (Mark Eddy Smith, Mundo Cristão); Em defesa de Cristo (Lee Strobel, Vida); Lei e graça em Paulo (Peter Stulmacher, Vida Nova); Cristo na festa de Pentecostes (Vida); A oração e o preparo de líderes cristãos (Russell Shedd, Shedd); A escatologia e a influência do futuro no dia-a-dia do cristão (Russell Shedd, Shedd) e Ao encontro de Deus (Jim Eliff, Fiel).

sábado, 14 de dezembro de 2013

TEOLOGIA DA EDUCAÇÃO CRISTÃ

          Antônio Vieira de Carvalho, no seu livro Teologia da Educação Cristã (HAGNOS, 2006), observou que certos educadores cristãos possuem uma posição completamente equivocada quanto ao uso da Teologia, muito embora usem (quer saibam, quer não) de princípios, argumentação e vocabulário próprio da Teologia,  resultando numa postura claramente contraditória:

          "Há educadores cristãos que quando são chamados a dar maior atenção à teologia em seus estudos,   como em seu ensino, dizem: ´Deixo a teologia para os eruditos e teólogos. Não quero ocupar-me de teologia em meu ensino´. Contudo, esta afirmação é totalmente equivocada. Em primeiro lugar, cada crente tem uma teologia. Qualquer pessoa que faz algo ou pensa qualquer coisa acerca de Deus e Jesus Cristo faz teologia. Pode ser que sua teologia não seja sistemática. Pode ser que não seja capaz de estabelecê-la de forma clara. mas se tal indivíduo crê em algo sobre Deus, tem uma teologia. Todo cristão deveria preocupar-se se sua teologia está conforme o ensino bíblico. A segunda coisa que deve dizer-se é que cada educador cristão ensina teologia, embora possa declarar ao contrário. Cada vez que fala de Deus, de Jesus Cristo, da Bíblia, do amor e da fé, está ensinando teologia. Por isso, todo educador cristão deve preocupar-se que suas afirmações estejam baseadas numa cabal interpretação da revelação bíblica". (p. 28)

          O mesmo autor destaca também que a principal falha dos educadores cristãos no desempenho de suas atribuições didáticas está no emprego inadequado e incorreto das Escrituras Sagradas. Ou seja, está faltando aos educadores cristãos o conhecimento sobre a formação do cânon bíblico, o estudo sobre a origem de cada livro da Bíblia, a boa e correta interpretação dos fatos religiosos, históricos, sociais, econômicos e políticos que deram origem aos textos das Escrituras, além da ausência de uma melhor contextualização das mensagens centrais da Bíblia.

          Por fim, Antônio Vieira de Carvalho lamenta que, além da desinformação e do despreparo, os educadores  cristãos falham por não buscar a inspiração do Espírito Santo, através da oração constante, o que dificulta sobremaneira sua missão docente.